Parabéns de boas vindas a TV LITORAL na pessoa do seu  fundador. O nosso amigo  incansável GUERREEIRO  AFONSO DE LIGÓRIO LEMOS/ELIZABETE e familares.

As árvores enquanto vivas, ainda que, sem sua roupagem  verdejante e alegre. Jamais perderão a seiva de sustentação, a ter por certo sua renovação e brilho. Assim, são as pessoas, que caminham sobre as luzes harmoniosas da fraternidade, sinceridade cativante, e em DEUS confiante. Elas buscam na  robustez das amizades sinceras, a plenitude  luminosa, advindas dos desejos de  fazer  o bem comum de um povo., É assim que renasce  na pessoa de

AFONSO LEMOS, laureada de carinhos, afetos de  todos nós, a TV. LITORAL. Cheia de ostentação admirável, aos olhos dos muitos amigos que presenciam, alegres  o seu renascer. Por isto, vibram todos os macauenses com sua radiante e vitoriosa  chegada, com  autêntica  manifestação, de alegria, cantos, sons e poesia.  TV  LITORAL.

Es tu a razão e brilho da nomenclatura  presente ;

das  letras, palavras, sons, idéias,  pensamentos e ações.

Que campeias sempre alegres  transmitindo

 as noticias de macau e de todas  regiões.

O vento conduz em ondas fluídicas,  todas  estas inspirações.

A  revelar, artes,  beleza e brilho!,

Os artistas da cidade  a cantar lindas canções.

O povo atento bem  informado,de Afonso,

ouve seu grito de alerta, que se conduza MACAU,

do jeito que ela  merece.

A palavra do eu da vida, é sentimento  real.

Que conduz no bom caminho o homem racional.

Que conhece  as virtudes da  vida , e semeia

As expressões virtuosas e cristalinas;

fraternidade, paz e amor, e pede  as benções divinas ,

da virgem dos navegantes para terra das salinas.

Salve oh tu macau  ilha bendita, de essências notáveis

enriquecidas, criadora deste Sal, que se planta  em todas

as  mesas para  alimentar as vidas.

As palavras, sons, vozes, pensamentos, vagueiam  nesta vasta 

Imensidão; das águas, da luz, sombra e ate na  escuridão,

Na  voz forte autêntica do guerreiro  Afonso Lemos  

a Litoral  levará pra outras cidades;

De macau, todos seus feitos, cantos, política, arte e beleza, 

cultura, filantropia , amor a  sabedoria, deste povo inteligente.

Que com certeza, é uma  escola  que  iluminará as mentes muitas  gente.

R.SOARES FOTÁGRAFO

MACAU-RN 19/09/20

EsportistaEsportistaNa correriaEsportistaNa correriaEsportistaEsportistaNa correriaNa correriaEsportistaMuito tristeRindo a toa

A DANÇA

RECEBI O TEU CONVITE  PRA DANÇAR UMA  LAMBADA

UMA MÚSICA  PALPITANTE É  COISA DO MEU AGRADO

COLAR MEU CORPO NO TEU,

ARRACAR  TUAS ESSÊNCIAS

O PERFUMAR  DO TEU CORPO, É ISTO QUE ME ACENDE

ESTA ENERGIA VIRÇOSA, QUE USAS SOBRE  CONTENDAS

QUE VEIO LÁ DO PARAISO, É GOSTOSA.

MESMA COM SABOR DE VENENO.

 

SOBRE ESTE SOM  PROVOCANTE

NESTE SALÃO PREPARADO

 EM DELÍRIO MUSICAL TEU REQUEBRO É INFERNAL

LIGO MEU CORPO NO TEU, EM PENÚMBRA  ESTA DANÇA.

TE CARREGO EM BRAÇOS  MEU

SINTO TEU CORPO MELADO

ENTRANDO NO CORPO MEU.

 

É UM SABOR DE DOÇURA,

ESTA ÁGUA DE DESEJO  BEM FILTRADA

QUE VERTE DESTE REQUEBRO

CORPO NO CORPO CALADO, O SALÃO FICA  PEQUENO

 NOSSAS SOMBRAS  SE BEIJANDO, É BOCA COMENDO BOCA,

E NÓS  DOIS, SE ATROPELANDO.

TU ME PUXAS PARA UM LADO, NO DESEJO DE VINGANÇA

PARECE TIRAR  PROVEITO, ATE MESMO NESTA DANÇA,

MAS, ESTOU ENFURECIDO NESTE JOGO  MUSICAL,

PARECE ATE BACANAL,  NESTE  DANÇAR   ESQUEZITO

SOU CAPAZ DE  ARRANCAR , DE TE!,

AS DELÍCIAS QUE DO TEU CORPO PROVEM.

DEPOIS TIRAR SAPATOS, CALÇA,  CALCINHA

E O TEU LINDO VESTIDO. DIANTE DE MUITA GENTE

EU  ME SINTO ENFURECIDO

É TAMANHA ALEGRIA, DESTES DOIS CORPOS CALADOS

QUE A GENTE ESQUECE  OS PERTENCES

SO  PENSAMOS  NO DESEJO, DESEJOS QUE  QUEIMA A GENTE

DESEJOS QUE VIRAM  LUTAS,

NESTE DANÇAR DE DESEJOS  AS PERNAS,

EM MOVIMENTOS, CRUZANDO UMAS NAS OUTROS

SEM RESPITO E SENTIMENTO, NESTE SALÃO  MUSICAL

PARECE COISA INFERNAL, MAIS VIVA A DANÇA DA GENTE.

AUTOR R. SOARES

MACAU-RN 13//9/2009

    

 

 

A coragem e a fé do Jose Alencar nos comove!
 
 José Alencar (um bravo)

"Estou preparado para a morte"
Andre Dusek/AE

A batalha não terminou
José Alencar deu início, na semana passada, a mais um tratamento contra o câncer

"Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora"
 
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José Alencar

Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006. A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos. Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor. Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio. O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou.
Como o senhor está se sentindo?
Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive – só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos.

Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável?
Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.

O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar?
Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.

Como a doença alterou a sua rotina?
Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum.

O senhor não passa por momentos de angústia?
Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?
A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

É penoso para o senhor praticar a humildade?
Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.

Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte?
Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir.

O senhor tem medo da morte?
Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado?
Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte.

O senhor se tornou mais devoto com a doença?
Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?
Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".

 




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